sábado, 29 de janeiro de 2011
Erupção do amor. Erupção de amor. Tu és um Vesúvio ativo Aqui dentro do peito, Desde que me deito Até o meu levantar. Derramando saudades, Dor e infelicidade Neste meu caminhar. Nesta sua atividade É amor que derramas Neste homem que ama, Só lembrando o passado. Cinza de ternura levanta Só amargura suplanta, Neste seu apaixonado. Eu te faço um pedido Majestade da montanha, Olha a minha dor tamanha! Quando fores enfurecer. Ao derramar sua lava candente Cubra todo meu corpo doente Pra que eu possa morrer. Só assim não sentirei mais dor, Então feliz eu terei morrido Por uma erupção de amor. Paulo Figueiredo. Autor.
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